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Home » Tulsi expõe Obama: traição à soberania dos EUA
Jurídico

Tulsi expõe Obama: traição à soberania dos EUA

EditorialBy Editorialjulho 21, 20257 Mins Read
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Por Editorial

Estamos diante de um fato que não pode mais ser ignorado. Durante anos, contou-se ao mundo uma história sobre liderança, progresso e democracia. Mas documentos, vazamentos e revelações recentes mostram outra realidade: a administração Barack Obama atuou contra os interesses estratégicos dos Estados Unidos. E quem ousou expor isso, desde 2016, foi justamente o presidente Donald J. Trump — por isso vem sendo atacado sem trégua.

Entregando os dados: a soberania digital violada

Durante os dois mandatos de Obama, empresas com laços com o Partido Comunista Chinês passaram a operar setores críticos da tecnologia americana. Um dos casos mais graves foi o vazamento de dados da OPM (Office of Personnel Management), em 2015, que expôs informações de mais de 21 milhões de servidores federais — muitos com funções de segurança nacional.

Esse ataque foi rastreado até hackers chineses. E a resposta do governo Obama? Nenhuma ação efetiva, nenhum rompimento de contrato, nenhuma responsabilização. O episódio foi abafado.

Também chama atenção a permissão para que empresas como a Huawei se aproximassem do sistema de telecomunicações americano, colocando em risco a segurança digital do país.

Não se trata de erro. Trata-se de negligência com a soberania. E soberania não se terceiriza.

A entrega da internet global

Em 2016, Obama cedeu o controle americano sobre a ICANN — órgão responsável pela gestão dos domínios da internet. Até então, essa estrutura era protegida pelos EUA. Com a decisão, o poder passou a ser compartilhado com atores internacionais, inclusive regimes autoritários.

O controle da ICANN define quem pode ser ouvido no mundo digital e quem pode ser silenciado. Ceder esse poder comprometeu a autonomia dos EUA sobre uma das ferramentas mais estratégicas da era moderna.

Trump: o alerta que ignoraram

Desde que assumiu em 2017, Trump denunciou essas falhas. Proibiu contratos com a Huawei, questionou a influência chinesa nas redes sociais, tentou banir o TikTok por espionagem de dados e buscou restaurar o controle nacional da infraestrutura crítica de comunicação.

Enquanto fazia isso, foi acusado de autoritário e xenófobo. Mas agora é evidente que suas ações buscavam reverter a entrega da soberania iniciada por Obama.

Espionagem e manipulação

Durante a campanha de 2016, agências como a CIA e o FBI espionaram Trump. A operação foi baseada em um dossiê falso — o “Steele Dossier” — financiado por Hillary Clinton e validado por agentes públicos com o aval da Casa Branca. Documentos desclassificados revelam que Obama e Biden sabiam da manobra.

Trump foi alvo de espionagem interna durante a corrida presidencial. Isso não é apenas uma infração política. É violação da ordem democrática.

Hillary Clinton e o duplo padrão

Enquanto Trump foi perseguido por manter documentos em Mar-a-Lago — prática comum entre ex-presidentes — Hillary Clinton apagou mais de 30 mil e-mails confidenciais, usando um servidor privado. As consequências? Nenhuma.

O FBI, sob James Comey, alegou que não houve “intenção criminosa”. Mas qualquer cidadão sabe que houve imprudência e desrespeito às normas de segurança nacional.

2025: a reestruturação começa

A denúncia pública da atual Diretora Nacional de Inteligência dos EUA, Tulsi Gabbard, sobre a participação direta do ex-presidente Barack Obama na farsa da Rússia, revela o impacto de um episódio que corroeu a integridade das instituições americanas.

A acusação não vem de boatos. Vem de uma fonte com acesso privilegiado às informações mais sensíveis do país. Está em jogo a soberania americana e a confiança do povo em seus representantes.

O que Tulsi Gabbard revelou

Tulsi Gabbard, veterana das Forças Armadas e ex-congressista, hoje no cargo mais alto da Inteligência Nacional, declarou que Obama teve conhecimento prévio do esquema de desinformação conhecido como “Russia Collusion Hoax” — e que teria orquestrado parte da operação para sabotar Trump em 2016.

O escândalo envolveu grampos ilegais, uso indevido de mandados FISA, infiltração de agentes do FBI em reuniões de campanha e a criação de uma narrativa de conluio entre Trump e Moscou — jamais comprovada.

Segundo Tulsi, Obama sabia de tudo desde o início. Ele não apenas consentiu, mas deu aval político à operação para influenciar as eleições, agindo como operador silencioso.

A resposta de Obama

O gabinete de Barack Obama reagiu:

“Por respeito ao cargo presidencial, nosso gabinete normalmente não responde ao fluxo constante de desinformação desta Casa Branca. Mas essas alegações são absurdas o suficiente para merecer uma resposta.

Estas alegações bizarras são ridículas e uma tentativa fraca de distração.

Nada no documento divulgado na semana passada invalida a conclusão amplamente aceita de que a Rússia trabalhou para influenciar as eleições de 2016, ainda que não tenha manipulado votos diretamente. Essas conclusões foram reafirmadas em 2020 pelo relatório bipartidário do Comitê de Inteligência do Senado, liderado por Marco Rubio.”

A resposta tenta deslegitimar os fatos. O uso da expressão “tentativa fraca de distração” soa como uma manobra para evitar que a verdade venha à tona.

A gravidade institucional

O problema não é apenas a espionagem política. É o uso do Estado contra adversários eleitorais, em pleno regime democrático. Isso quebra o contrato social, compromete o Estado de Direito e coloca em risco a soberania dos EUA.

Durante a gestão Obama, decisões políticas fragilizaram o domínio americano sobre dados estratégicos. Um exemplo: o acordo com empresas chinesas para armazenar dados do Departamento de Defesa — como se o interesse nacional fosse negociável.

O iceberg que emerge

O que surge agora combina:

  • Espionagem doméstica contra cidadãos e adversários
  • Cooptação da mídia para sustentar narrativas falsas
  • Cumplicidade de membros da inteligência e segurança nacional

A necessidade de responsabilização

Não se trata mais de opinião. Trata-se de traição ao Estado americano, como definiu Tulsi Gabbard. Diante disso, o mínimo que se espera é uma investigação firme do Congresso e ampla cobertura da imprensa livre — aquela que ainda resiste à manipulação.

A soberania dos EUA não pode ser violada por conveniência eleitoral. Se Obama autorizou ou participou da farsa, deve ser responsabilizado como qualquer cidadão.

O papel de Tulsi Gabbard é histórico. Sua coragem reforça a esperança de que ainda exista integridade nas instituições. Como diretora nacional de inteligência, sua palavra tem peso. Sua atitude é um chamado à responsabilidade.

Quem são os nomes?

Os principais envolvidos:

  1. Barack Obama – concessão de poder estratégico a regimes inimigos
  2. John Brennan – uso da CIA para influenciar eleições
  3. James Comey – acobertamento de Clinton e perseguição a Trump
  4. Hillary Clinton – destruição de provas sigilosas
  5. Joe Biden – envolvimento nos bastidores
  6. Susan Rice – manipulação de dados de inteligência
  7. Adam Schiff e Nancy Pelosi – apoio a falsas narrativas de impeachment
  8. Executivos de big techs – colaboração com censura

Esses nomes, se as acusações forem confirmadas, representam ameaças internas à integridade dos EUA.

O silêncio da mídia

Mais grave que tudo é o silêncio da imprensa. Em vez de investigar, muitos jornalistas preferiram repetir roteiros prontos, muitas vezes fornecidos pelas próprias agências envolvidas nos escândalos.

Trump foi tratado como vilão. Obama, como herói. Mas os documentos mostram outra história.

Quando a lei é ignorada por quem governa, vira instrumento de controle.

A verdade não tem lado

Esse não é mais um debate entre direita e esquerda. É entre verdade e manipulação. Entre liberdade e dominação.

Trump, com todos os seus defeitos, representa um obstáculo ao sistema que opera nas sombras. Ele não é o problema. É o muro que eles não conseguem derrubar.

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