Durante as comemorações dos 250 anos da Independência, Donald Trump discursou no National Mall e, antes disso, no Monte Rushmore. Ele chamou o comunismo, com toda a razão, de uma ameaça mortal à liberdade americana. E ele está certo. A história do século vinte prova isso além de qualquer dúvida.
Trump descreveu os Estados Unidos como um país sob ataque de uma ameaça comunista em nossa terra, e essa não é retórica vazia. Com quase trinta milhões de imigrantes ilegais que entraram durante a administração Biden, com a resistência democrata em exigir documento de identidade para votar, com a infiltração de ideologia comunista nas escolas, universidades e até nas igrejas, fica cristalino que essa não é coincidência. É by design.
A recusa em exigir um documento para votar é particularmente reveladora. Qualquer democracia legítima exigiria isso há décadas. Mas quando você quer diluir a soberania eleitoral e importar votantes que dependem de programas governamentais, você simplesmente abre as portas. É assim que funciona.
O Significado das Palavras
Comunismo, do latim communis, significa comum. Mas a doutrina comunista não é sobre comunidade — é sobre controle total. Defende a abolição da propriedade privada e sua substituição pela propriedade estatal, supostamente em nome do coletivo. Na prática histórica, sem exceção, converteu-se em regimes de partido único, vigilância total, fome em massa e morte. Não é uma teoria que deu errado por acidente. É uma teoria que exige a concentração absoluta de poder para funcionar. E poder absoluto sempre corrompe absolutamente.
Liberdade, do latim libertas, significa capacidade de agir sem coerção externa. Na tradição americana, ancorada em John Locke, vida, liberdade e propriedade são direitos naturais, anteriores ao Estado. Daí a frase de Trump sobre o homem ser criado à imagem de Deus — uma fundamentação teológica, não política, dos direitos sobre os quais os Estados Unidos foram fundados. Um fundamento espiritual, baseado na Bíblia como referência moral de governo.
A Bíblia é um manual de sobrevivência humana. Quem segue esse manual nunca estará perdido. O comunismo ataca justamente aquilo que a Bíblia defende, porque sem a direção de Deus, a humanidade fica à mercê dos tiranos que se colocam no lugar Dele.
Família, Pátria e Fé — Os Pilares Sob Ataque
Família. O casamento entre pessoas do mesmo sexo, o movimento LGBT, e a tendência da psicologia moderna de culpar os pais pelos problemas dos filhos — tudo isso não é isolado. É by design. Uma estratégia deliberada para minar o núcleo familiar, porque uma família forte é o maior obstáculo ao controle estatal.
Pátria. A abertura de fronteiras que permite a entrada de criminosos gera caos social. E esse caos é depois usado para justificar mais intervenção do governo. É o método clássico da esquerda: criar o problema para depois vender a solução. Tudo calculado.
Fé. Um papa com discurso alinhado a pautas comunistas? By design. A infiltração ideológica não poupa nem as instituições religiosas. Quando você consegue corromper a Igreja, você controla a consciência moral das pessoas.
Tirania, do grego tyrannos, é poder exercido sem limites legais ou morais. É o destino inevitável de todo experimento comunista. Não existe exceção.
Excepcionalismo americano: os Estados Unidos têm uma missão histórica singular, ligada à fé, à proteção da soberania nacional e à liberdade individual. Nenhum regime coletivista jamais conseguiu replicar isso, por mais que tentassem.
Democracia liberal: governo da maioria com limites constitucionais ao poder e garantias de direitos individuais. É o oposto exato do projeto comunista, que sacrifica o indivíduo em nome do coletivo.
A Raiz da Disputa
De um lado, a tradição de Locke e Jefferson: o indivíduo tem direitos que existem antes do Estado. O governo existe para proteger esses direitos, não para criá-los. Está na Declaração de Independência: todos os homens são dotados por seu Criador de certos direitos inalienáveis.
Do outro, a tradição de Marx e Engels: não existem direitos naturais fixos. Apenas ideologia da classe dominante, revisável a qualquer momento pelo Estado. É essa maleabilidade moral que permite qualquer atrocidade em nome do progresso histórico. Quando não há verdade fixa, tudo se torna negociável — inclusive a vida humana.
Por isso a frase de Trump — um comunista nunca diria isso — é mais do que retórica. É um diagnóstico correto. Se os direitos vêm de Deus e da natureza humana, são inegociáveis. Se vêm da luta de classes, são reféns de quem detém o poder. E a história mostra, repetidamente, quem acaba detendo esse poder: assassinos, ditadores, famintos por controle.
Fatos Históricos Que Comprovam Tudo Isto
Economia. Os regimes comunistas do século vinte — União Soviética, China pré-mil novecentos setenta e oito, Coreia do Norte, Cuba — não apenas tiveram desempenho inferior às economias de mercado. Causaram fomes coletivas evitáveis. A Grande Fome Soviética. O Grande Salto Adiante na China. Juntas, mataram dezenas de milhões de pessoas. Pessoas inocentes. Crianças.
Direitos civis. Nenhum regime comunista permitiu eleições livres ou imprensa independente. Nenhum. Não é falha de execução. É consequência lógica do modelo. Quando você quer controle total, você não pode permitir liberdade de expressão.
Contraste americano. Sim, os Estados Unidos têm um histórico imperfeito — escravidão, segregação. Mas aqui está a diferença: os Estados Unidos corrigiram seus próprios erros internamente, através da liberdade que o sistema garante. William Harvey Carney escapou da escravidão para se tornar o primeiro homem negro condecorado com a Medalha de Honra. Isso é prova de que o sistema americano permite a correção. Regimes comunistas nunca permitiram nem reconhecer seus próprios crimes.
A Conclusão
A disputa entre comunismo e Estados Unidos que Trump encenou no National Mall não é exagero retórico. É o reconhecimento de que a batalha entre liberdade individual, fundamentada em Deus, e coletivismo estatal, fundamentado na luta de classes, nunca terminou. O comunismo, por design, sempre termina em tirania, pobreza e controle.
A história do século vinte já deu o veredito. O que falta agora é que as próximas gerações não esqueçam. E que lutem para proteger o que os nossos antepassados construíram: uma nação sob Deus, com liberdade e justiça para todos.
Os Estados Unidos de Trump precisam se lembrar disso. E precisam lutar por isso.
